Pesquisa sobre Ensaio Fotográfico Sensual

Olá pessoal!
Estou fazendo uma pesquisa sobre fotografia sensual. Quem puder responder, eu agradeço.
Link: http://goo.gl/forms/2CkLEZzNkz.
Depois de concluída, eu publico os resultados aqui no blog.
Muito obrigado!

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Como se tornar fotógrafo profissional

Este artigo é baseado na minha experiência como fotógrafo profissional há mais de 10 anos e professor de fotografia há mais de oito. sou formado em Fotografia pela Universidade Luterana do Brasil, a Ulbra, onde já proferi palestras e ministrei aulas como professor convidado. Este semestre finalizo a pós-graduação em Gestão e Docência no Ensino Superior.

A intenção é dar uma luz para você iniciar, utilizando equipamentos mais simples e o fundamental: muito, muito estudo! Não pense que assistindo alguns vídeos no Youtube você estará pronto para trabalhar. Longe disto! As razões você verá mais abaixo.

O equipamento depende do que você vai querer fotografar, se retrato, casamento, formatura, se ao ar livre, em estúdio ou na residência do cliente, igreja e outros. Para facilitar, vou listar o que é utilizado em vários segmentos.

Vou citar só duas marcas de câmeras, Canon e Nikon, que são as que mais aparecem nos meus cursos. Isto não quer dizer que outras marcas são ruins. Com relação às lentes, recomendo que adquiram do mesmo fabricante da câmera ou da marca Sigma, mas só se esta tiver um custo razoavelmente menor.

  • Vamos começar com a câmera:

Qual comprar? Uma resposta rápida seria: “a mais cara que você puder comprar”, porém, tem outros fatores, pois você também precisa pensar na(s) lente(s) e outros equipamentos, como baterias, cartões de memória, flash externo, etc.

Entre as que considero câmeras profissionais de entrada, uma Canon da linha T, que pode ser a T5, T5i, T6 ou T6i ou uma Nikon da linha 3000, como a D3300, é uma boa pedida.

Mais adiante você pode adquirir uma Full Frame, como a Canon 5D Mark III ou a Nikon D800.

  • A lente:

A lente é considerada como sendo mais importante que a câmera. Se você adquirir o chamado “kit”, veja se oferecem uma lente mais longa que a tradicional, 18-55mm. Pode ser uma 18-105mm, 18-135mm, 18-200mm, etc. Quanto maior a diferença entre um número e o outro, mais zoom você terá, porém, quanto maior a diferença, mais elementos internos a lente possui e isto pode reduzir a qualidade da imagem.

Adquira junto uma lente 50mm f/1.8. Esta lente é barata e de ótimo custo benefício.

Mais adiante você pode adquirir uma 24-70mm f/2.8 ou uma 24-105mm f/4.

Até aqui já dá para ver que haja estudo! O que são os mm e no que influenciam? E a qualidade da lente, como se mede? O que é f/1.8? As respostas para estas perguntas são longas, mas você as aprenderá nos primeiros cursos, além de outros conhecimentos fundamentais como profundidade de campo, fotometria e composição fotográfica.

  • Outros equipamentos:

Não é obrigatório para quem inicia, mas se puder adquirir um flash externo, terá mais recursos. Canon, modelos 430 Ex II ou 600 EX-RT e Nikon modelos SB700 ou SB900.

Adquira uma bateria extra e cartões de memória. Não compre um cartão de 32GB, prefira dois de 16GB ou quatro de 8GB. Lembre que pode dar defeito. Imagine perder um casamento inteiro, pois estava em um só cartão.

  • Agora o mais importante: O estudo:

Aqui em Porto Alegre, eu recomendo a Escola de Fotografia e Cinema Câmera Viajante.

Por quê?

Fácil: É a mais antiga, a que oferece mais cursos, inclusive o profissionalizante, tem excelentes professores e… eu dou aula lá! hehehehe. Nos cursos mais básicos você pode escolher entre os turnos manhã, tarde ou noite e se durante a semana ou em intensivos que acontecem aos sábados. Ah, e ainda tem a possibilidade de marcar aula particular no dia e horário que lhe convém.

Se você nunca estudou fotografia, pode ser interessante começar com um curso básico. Na Câmera Viajante, este curso é o FD1. Na sequência, o FD2 é o mais importante, pois vai ensinar a operar a câmera no modo manual. Para ir mais adiante, o FD3. Neste link, aparecem todos os cursos que a escola oferece, começando com o Fotografia Digital nos três módulos que mencionei.

Como estamos falando de profissionalização, é necessário cursar o Curso de Fotografia Profissional, com aulas teóricas e práticas para você realmente começar a trabalhar. A duração é de um semestre.

No mesmo link sobre os cursos que citei antes, você encontrará outros, como de Composição Fotográfica, Montagem de Estúdio, Retratos, Fotojornalismo, Sensual, uso do Flash, etc.

Depois de fotografar, precisamos tratar as imagens e dar saída ao material, que pode ser impresso em papel fotográfico, álbum, revista, e outros. Para isto, é necessário aprender a utilizar o Lightroom e o Photoshop, além de saber diagramar um álbum. Estes cursos você também encontra naquele link.

Depois de você terminar o curso profissionalizante e começar a trabalhar, você sentirá a necessidade estudar mais. Indico cursos nos segmentos da fotografia com os quais você mais se identifica. Um curso superior? Sim, é importante também. No caso, recomendo o da Ulbra, pois tem ótimos professores. Não estou dizendo que as outras faculdades também não são boas. É que a Ulbra e seus professores, eu conheço.

Ah, e os cursos online e vídeos no Youtube? Bem, existe uma enorme diferença. Nos cursos online você não tem professor que vai esclarecer as suas dúvidas e nem terá aula prática que é onde o aprendizado realmente ocorre “A experiência é um feito essencial e central na conquista do saber” (SCHNEIDER, 2015, p. 68).

Outra vantagem da aula prática é a criação de portfólio avaliado. Você tem aula teórica e depois a prática, onde aplicará a teoria acompanhado de professor que vai esclarecer as dúvidas e auxiliar a atingir o resultado esperado. Na aula seguinte, ocorre a avaliação das fotos obtidas na prática. As melhores você colocará no portfólio. São estas imagens que vão vender o seu trabalho.

  • Outras dicas:

Tenha equipamentos redundantes. Não dá para fotografar um casamento só com uma câmera e lente.

Jamais se atrase! O fotógrafo deve ser o primeiro a chegar. Se marcar o compromisso para às 18h, chegue às 17:30 ou antes. No caso de casamento, se você não conhece o local, chegar 1h30min antes é o ideal. Comece fotografando o ambiente, tanto externo como interno.

  • Referências

SCHNEIDER, Laino Alberto. Construção da Aprendizagem Reflexiva no Ensino Superior. Canoas: Ulbra. 2015.

  • Como citar

Fique à vontade de usar este artigo em seu trabalho acadêmico. Para facilitar sua vida, aí vai a maneira correta, seguindo as normas da ABNT:

NEUMANN, Edgar. Como se tornar fotógrafo profissional. Disponível em <https://edgarneumann.wordpress.com/2016/03/08/como-se-tornar-fotografo-profissional/&gt; Acesso em xx/xx/xxxx (coloque a data em que você acessou este post).

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2015 in review

The WordPress.com stats helper monkeys prepared a 2015 annual report for this blog.

Here’s an excerpt:

The concert hall at the Sydney Opera House holds 2,700 people. This blog was viewed about 11,000 times in 2015. If it were a concert at Sydney Opera House, it would take about 4 sold-out performances for that many people to see it.

Click here to see the complete report.

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Power Bank – Dicas e Informações

Escrevo para ajudar a quem, como eu, nunca havia adquirido um Power Bank.

Testei quatro modelos sem marca, meramente escrito Power Bank em cima e com os símbolos CE e FCC, que representam a certificação para a Europa e Estados Unidos, respectivamente e ainda o RoHS, que se refere ao uso de metais não pesados em eletrônicos.

Eles são úteis para dar carga em aparelhos como celulares, tablets e até câmeras, como GoPro, que podem ser carregados via porta USB. IMPORTANTE: Verifique sempre com o fabricante do equipamento sobre a compatibilidade e preste atenção quanto a carga e voltagem. Um Power Bank não compatível pode danificar o equipamento.

Os três primeiros:

Com capacidade nominal de 12.000 mAh (12 Ah), custaram R$30,00 e não funcionaram. Eles tinham quatro luzinhas que indicavam a quantidade de carga armazenada. Na primeira carga, três luzinhas estavam ligadas e em uma hora, todas as quatro, indicando carga total.

Assim que conectei o Power Bank ao celular, três luzinhas apagaram e a última ficou ligada cerca de 15min. O celular recebeu somente 10% de carga.

Fiz novos testes deixando o Power Bank carregando com o carregador do celular, por 24 e 48 horas, sempre com o mesmo resultado e comportamento das luzinhas, além do carregador e o Power Bank ficarem frios depois de uma ou duas horas. Se estivesse carregando, ficaria pelo menos morno. Isto aconteceu com todos os três modelos.

Obs: O celular estava ligado, mas com todos os aplicativos e a tela desligados. Isto afeta a capacidade de carga, mas esses carregadores estavam com algum problema no circuito de carga e provavelmente também na bateria interna, além de informar uma capacidade nominal acima da real e ainda, eram muito leves, o que também pode indicar que não tem a capacidade informada.

Desisti deles e troquei por uma lanterna!

Algumas semanas depois, encontrei um com capacidade nominal de 10.800 mAh. Apesar da capacidade ser menor daqueles que testei antes, o tamanho físico é quatro vezes maior e portanto as baterias tem mais capacidade.

O modelo que uso atualmente (testes e gráficos mais abaixo):

Este modelo tem painel digital, indicando a carga em porcentagem, o que facilita bastante o controle, indicando de um em um, enquanto o sistema de quatro luzinhas, indica de 25 em 25%.

– A carga do Power Bank: Quando descarregado, a carga é inicialmente rápida, quando vai chegando próximo aos 100%, o tempo se prolonga. O ideal é deixar chegar aos 100%.
– Marca: O ideal é escolher uma marca reconhecida no mercado, como Samsung, por exemplo, mas normalmente o preço é alto.
– Indicador de carga: Prefira o painel digital, pelo que expliquei acima.
– Capacidade de carga: Quanto maior, melhor, mas também mais caro.
– Saídas: O Power Bank pode ter uma ou mais saídas. Especificamente este que comprei, tem duas, uma de 1 Ah e outra de 2,1 Ah.
– Peso: Esse modelo tem 215 g. Como mencionei, os modelos que não funcionaram eram bem mais leves.
– Onde comprar: Prefira lojas confiáveis que realmente vão dar garantia. Evite comprar pela Internet. Se não funcionar, a troca vai ser uma dor de cabeça.
– Onde eu comprei: Esse modelo que está funcionando corretamente, eu encontrei em Porto Alegre na loja My Mobile, que fica na parte de baixo do Carrefour Passo d’Areia, onde tem diversas lojas. A loja trabalha também com outros acessórios para celular, como capas e cabos. Este modelo com painel digital custou R$85,00, mas tem outros modelos.

Explicando a capacidade de carga: Se o carregador tem a capacidade de carga de 10.800 mAh e a bateria do seu celular é de 2.600 mAh, o aparelho carregaria o celular, 4,15 vezes (10800 / 2600), porém todo equipamento elétrico/eletrônico gera calor e consequente perda de energia. Não fiz testes neste sentido ainda, mas estimo que até três cargas sejam possíveis.

Fotos de celular mostrando a frente, atrás (com os detalhes técnicos) e os cabos. Coloquei um adesivo indicando a carga de saída das portas USB, pois a indicação no carregador é minúscula.

PB500pxVolt+Carga400pxCabos400px

Testes:

Os gráficos mostram os diversos testes, tanto da carga do próprio Power Bank utilizando o carregador do celular como do Power Bank carregando o celular, com a carga em porcentagem e o tempo em minutos.

Notem que quanto mais próximo dos 100% de carga no Power Bank, mais demora.

Com o celular ligado, obviamente a carga demora mais.

Carga do Power Bank – Testes 1 e 2:

Carga-do-Power-Bank---Teste-1

Carga-do-Power-Bank---Teste-2

Carregando o celular com o Power Bank:

  • Teste 1: Celular ligado, mas sem aplicativos em uso.

PB-Cel-Teste1

  • Teste 2: Celular desligado.

PB-Cel-Teste2

  • Teste 3: Celular ligado, mas sem aplicativos em uso.

PB-Cel-Teste3

  • Teste 4: Celular ligado usando o Whatsapp.

PB-Cel-Teste4

Atualização em 13/08/2016:

Infelizmente, depois de uns três meses sem usar, o Power bank não está mais aceitando carga, ficando em zero, mesmo depois de horas na tomada.

As baterias de NiCd ou NiMH, perdem a carga com o tempo, podendo, depois de alguns meses, ficar sem carga, mas não sem vida útil.

Como exemplo, tenho duas câmeras antigas. Coloco elas em carga uma vez por ano e funcionam. Claro que a carga não dura como antes.

Outro exemplo: Utilizo raramente um flash externo. Para este, tenho três jogos de baterias NiCD Sony, com cerca de 7 anos de idade. Apesar de usá-las duas a três vezes por ano, continuam aceitando carga. A duração da carga, depois destes anos todos, eu estimo em 50%.

Sugestâo: Adquirir um Power Bank de marca reconhecida com garantia mais longa.

 

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Como fazer backup e sincronismo de arquivos online gratuitamente versão 2

Esta é uma versão atualizada do artigo que publiquei em janeiro de 2014.
Leia também a versão 1, pois tem informações que não repito aqui: Como fazer backup e sincronismo de arquivos online gratuitamente versão 1.

Com a instalação do Windows 10, a funcionalidade do Onedrive exige que eu logue no computador com uma conta Microsoft. Como não quero, desisti dele e procurei alternativas, encontrando duas com excelente espaço:

MegaSync: 50GB de espaço free. Nos primeiros dias de teste, o upload foi um pouco lento e as vezes simplesmente parava. Depois normalizou.

Adrive: 50GB de espaço free. (deixou de ser free – vide mais abaixo). Janela que indica os uploads que estão ocorrendo com a respectiva velocidade. Mais rápido que o MegaSync e sem interrupções.

O problema do Adrive é que a sincronização precisa ser agendada, não é imediata como em todos os outros sistemas. O tempo mais curto é de 15min, o que não é de todo ruim, mas se você salvar  um arquivo nele e desligar o computador é bem provável que não sincronizará e você não terá este arquivo em outro computador. Lembre de clicar em Sync Now antes.

Outro problema é quando arquivos são atualizados em dois computadores sem ter havido a sincronização. Vai ocorrer um conflito de data/hora, abrindo uma janela listando o conflito e perguntando o que fazer. Dá para configurar para não perguntar, mas seria ideal que o sistema ficasse com os dois, renomeando um deles para eu dedidir depois, como ocorre no Onedrive automaticamente.

O melhor do Adrive, além do enorme espaço é a possibilidade de escolher diversas pastas para sincronizar (como acontece no Cubby).

O Adrive também permite escolher pastas somente para backup e ainda um drive virtual.

Eu sempre uso os softwares de gerenciamento de arquivo dos serviços, mas o Adrive permite outras formas de acesso como ftp e ainda por outros softwares, mas isto eu não testei.

Outros com menos espaço:

– Atualização sobre o Dropbox: Há alguns meses meu Dropbox subiu para 50,75GB de espaço free. Não lembro a razão e nem se tem prazo limitado, mas no site ainda informa 2GB free para contas novas.

Syncplicity com 10GB. Pode sincronizar qualquer pasta como o Cubby, porém não há uma opção direta para isto, sendo necessário parar um sincronismo para reativar em outra pasta. Para ver os detalhes na página de suporte clique aqui.

Alguns que não testei, mas parecem interessantes:
Copy, com 15GB.
PCloud com 10GB.
BitCasa com 5GB.
DumpTruck com 5GB.

Atualização em 19/09/2015 sobre o MegaSync e o Adrive:

Inicialmente eu abandonei o MegaSync pelos motivos citados acima, porém alguns problemas aconteceram com o Adrive que me fizeram usar o MegaSync novamente.

Há cerca de duas semanas apaguei do meu computador uma pasta que fica dentro da pasta de sincronismo. Normalmente, no momento da sincronização, esta pasta também é removida da minha conta online, mas não foi isto que aconteceu. Na sincronização, o Adrive Desktop queria baixar os arquivos que estavam dentro desta pasta e os procurava na raiz ao invés de dentro da pasta. É óbvio que não estavam na raiz e por isto o sistema não os encontrava, gerando um erro e interrompendo o sincronismo. Nada mais sincronizava. Fiz várias tentativas inclusive o contatando o suporte técnico, que não conseguiu resolver. Depois de vários dias e tentativas a situação voltou ao normal, mas quase desisti do serviço.

Ontem, com a finalidade de melhor organizar uma pasta, acrescentei uma nova pasta dentro desta, que já continha cerca de 4GB de arquivos de vídeo. Movi a maioria destes arquivos, cerca de 3GB para a nova pasta. Para meu espanto, o serviço apagou os arquivos movidos e começou novamente o upload a partir do meu computador, o que levaria muitas horas. Serviços normais de sincronismo fazem este processo internamente, movendo e renomeando pastas online, evitando o re-upload. Mandei email para o suporte. Vou aguardar a resposta, mas acredito que não será satisfatória e eu desistirei definitivamente do Adrive.

Atualização em 02/10/2015:

O Adrive retornou meu questionamento dizendo que não pretendem mudar o sistema de como ocorre o sincronismo e ontem terminou meu trial da versão paga. Pensei em fazer o downgrade para a versão free de 50GB, porém esta possibilidade não existe mais desde 24/09. O preço de US$2,50 por mês, pelo que sei, ainda é o mais barato do mercado.

Atualização em 01/05/2016:

O Copy foi descontinuado.

Atualização em 18/11/2016:

O Cubby, citado na versão 1 deste post, foi descontinuado em 16/11/2016.

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Qualidade de Imagem no Facebook

Você faz o upload de imagens para o Facebook. Elas ficam em alta resolução ou ocorre uma compressão?

O upload pode ser feito em alta resolução ou não.

Fiz testes para poder responder esta questão e os resultados, estão aí:

As imagens que usei:

IMG 1: Imagem em RAW, de 10MP, com a densidade de 240 pixels por polegada.
IMG 2: Imagem em Jpeg, com 1280x853px.
IMG 3: Imagem em Jpeg, com 800xx533px.

Resumo:

1) Imagens com densidade maior que 72 PPi, são reduzidas para esta densidade.
2) Para imagens de resolução mais alta, como 10MP, tanto faz se o upload é em alta ou não que a redução é a mesma.
3) Imagens de tamanho em torno de 1200px, são sempre comprimidas.
4) Imagens de baixa resolução ficam inalteradas.

Na tabela abaixo, os detalhes tanto no upload em alta como em baixa:

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Abreviaturas:
MP = Megapixel.
MB: Megabytes.
px: Pixel.
PPI: Pixel por polegada.

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Doctor The Cat – Uma História Felina

A história do Doctor, um gatinho adotado.

Opção 1, em forma de álbum: Doctor The Cat

Opção 2, em forma de pdf: Doctor The Cat

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