Como não perder suas fotos e outros arquivos

A resposta é bem simples: Backup!

Como proceder:

Outros arquivos:

  • Veja este post: Backup Online.  Para fotos, o backup online é inviável, pois os arquivos são muito grandes.
  • Como exemplo, meu material de aula está em nove locais diferentes, entre online, DVD, pendrives e HDs externos.

Fotos:

  • Para garantir que as fotos do seu cliente não se percam, é necessário seguir certos métodos.
    Lembre que qualquer método de armazenamento, como CD/DVD, HD externo, pendrive, etc. pode apresentar falhas, então quanto mais redundante, melhor.
  • CD/DVD: É uma mídia fixa (exceto os RW) e que não tem eletrônica envolvida. Grave sempre com velocidade baixa e peça para o software fazer a verificação pós-gravação. Não deixe exposto à luz. Pode apresentar falha de leitura.
  • Pendrive e cartão de memória da câmera: Contém eletrônica e portanto sujeito a falhas.
  • HD Externo: O menos confiável. Contém diversas peças eletrônicas além de discos e a cabeça de leitura. Sensível à qualquer batida, ainda mais quando estiver lendo/gravando.
  • Em estúdio: Eu dificilmente uso mais de um cartão de memória na câmera. Vou passando as fotos para um notebook. Com isto já tenho as fotos em dois locais. Depois do ensaio, as fotos vão para um HD Externo e deste para um PC, onde são colocadas em dois HDs internos. Já são cinco locais.
    • No dia seguinte, todas as fotos vão para um DVD e após a seleção, novo DVD. Agora tenho as fotos em sete locais. Após a finalização do tratamento. Novo DVD.
    • Após a entrega do álbum, aos poucos vou apagando as fotos dos outros locais, mas por precaução, crio ainda mais uma cópia do DVD onde fiz a última gravação de backup.
  • Em externa:Em eventos que ocorrem numa data única, como casamentos, por exemplo, utilize vários cartões de 8GB e um notebook. Um assistente descarrega as fotos para o notebook e as grava em DVD. O ideal é que estes DVDs sejam passados para outra pessoa, que os transportará de maneira independente do notebook e cartões. Esta recomendação é pensando no pior, um assalto. Neste sentido, você também deve transportar a câmera sem nenhum cartão dentro. Leve os cartões escondidos.

Como citar:

Fique à vontade de usar este artigo em seu trabalho acadêmico. Para facilitar sua vida, aí vai a maneira correta, seguindo as normas da ABNT:

NEUMANN, Edgar. Como não perder suas fotos e outros arquivos. Disponível em <https://edgarneumann.wordpress.com/2016/11/28/como-nao-perder-suas-fotos-e-outros-arquivos&gt; Acesso em xx/xx/xxxx (coloque a data em que você acessou este post).

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Parabéns aos Professores e Muito Obrigado aos Alunos

palavradodia

Parabéns a todos os professores!

Muito obrigado aos meus alunos! Vocês são fonte de inspiração, motivação e conhecimento, pois “Quem ensina aprende ao ensinar e quem aprende ensina ao aprender” (FREIRE, 2002, p.25).

Neste sentido Cortella (2009) afirma “Só é um bom ensinante quem é um bom aprendente”.

Mais uma citação para o dia, também do grande professor Cortella (ibid) “A humildade é a principal virtude de um educador, que é aquele que sabe que não sabe tudo; que sabe que não é o único que sabe; que sabe que o outro sabe o que ele não sabe; que sabe que ele e o outro nunca saberão tudo o que pode ser sabido”.

REFERÊNCIAS:

CORTELLA, Mário Sérgio. Múltiplos Paradigmas. 2009. Disponível em <https://www.youtube.com/watch?v=0T-Hh7fWzfU>. Acesso em 15/10/2016.

FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia. Saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 2002.

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Photoshop em um Netbook – Como salvar o arquivo

Já tive alunos com o Photoshop instalado em um Netbook.

O problema que ocorre nestes casos, além do baixo poder de processamento, pouca memória e tela menor que a requerida, é não poder salvar o arquivo da forma tradicional, clicando em File > Save (Arquivo > Salvar).

O Ctrl+S também não tem efeito. O arquivo simplesmente não é salvo.

A solução é clicar no “x” da janela do arquivo. Neste caso, o Photoshop pergunta se quer salvar. Basta responder que sim.

Os requisitos minimos para a versão CC2015 (descrição da Adobe):

  • Intel® Core 2 or AMD Athlon® 64 processor; 2 GHz or faster processor
  • Microsoft Windows 7 with Service Pack 1, Windows 8.1, or Windows 10
  • 2 GB of RAM (8 GB recommended)
  • 2.6 GB of available hard-disk space for 32-bit installation; 3.1 GB of available hard-disk space for 64-bit installation; additional free space required during installation (cannot install on a volume that uses a case-sensitive file system)
  • 1024 x 768 display (1280×800 recommended) with 16-bit color and 512 MB of dedicated VRAM; 2 GB is recommended*
  • OpenGL 2.0–capable system

Os netbooks podem ter uma tela de 1024x600px, enquanto o mínimo é 1024×768. Por esta razão, uma parte da tela do software não aparece. No caso da janela de tratamento RAW, os botões para finalizar o tratamento, cancelar e abrir no Photoshop ficam escondidos.

 

 

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Pesquisa sobre Ensaio Fotográfico Sensual

Olá pessoal!
Estou fazendo uma pesquisa sobre fotografia sensual. Quem puder responder, eu agradeço.
Link: http://goo.gl/forms/2CkLEZzNkz.
Depois de concluída, eu publico os resultados aqui no blog.
Muito obrigado!

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Como se tornar fotógrafo profissional

Este artigo é baseado na minha experiência como fotógrafo profissional há mais de 10 anos e professor de fotografia há mais de oito. sou formado em Fotografia pela Universidade Luterana do Brasil, a Ulbra, onde já proferi palestras e ministrei aulas como professor convidado. Este semestre finalizo a pós-graduação em Gestão e Docência no Ensino Superior.

A intenção é dar uma luz para você iniciar, utilizando equipamentos mais simples e o fundamental: muito, muito estudo! Não pense que assistindo alguns vídeos no Youtube você estará pronto para trabalhar. Longe disto! As razões você verá mais abaixo.

O equipamento depende do que você vai querer fotografar, se retrato, casamento, formatura, se ao ar livre, em estúdio ou na residência do cliente, igreja e outros. Para facilitar, vou listar o que é utilizado em vários segmentos.

Vou citar só duas marcas de câmeras, Canon e Nikon, que são as que mais aparecem nos meus cursos. Isto não quer dizer que outras marcas são ruins. Com relação às lentes, recomendo que adquiram do mesmo fabricante da câmera ou da marca Sigma, mas só se esta tiver um custo razoavelmente menor.

  • Vamos começar com a câmera:

Qual comprar? Uma resposta rápida seria: “a mais cara que você puder comprar”, porém, tem outros fatores, pois você também precisa pensar na(s) lente(s) e outros equipamentos, como baterias, cartões de memória, flash externo, etc.

Entre as que considero câmeras profissionais de entrada, uma Canon da linha T, que pode ser a T5, T5i, T6 ou T6i ou uma Nikon da linha 3000, como a D3300, é uma boa pedida.

Mais adiante você pode adquirir uma Full Frame, como a Canon 5D Mark III ou a Nikon D800.

  • A lente:

A lente é considerada como sendo mais importante que a câmera. Se você adquirir o chamado “kit”, veja se oferecem uma lente mais longa que a tradicional, 18-55mm. Pode ser uma 18-105mm, 18-135mm, 18-200mm, etc. Quanto maior a diferença entre um número e o outro, mais zoom você terá, porém, quanto maior a diferença, mais elementos internos a lente possui e isto pode reduzir a qualidade da imagem.

Adquira junto uma lente 50mm f/1.8. Esta lente é barata e de ótimo custo benefício.

Mais adiante você pode adquirir uma 24-70mm f/2.8 ou uma 24-105mm f/4.

Até aqui já dá para ver que haja estudo! O que são os mm e no que influenciam? E a qualidade da lente, como se mede? O que é f/1.8? As respostas para estas perguntas são longas, mas você as aprenderá nos primeiros cursos, além de outros conhecimentos fundamentais como profundidade de campo, fotometria e composição fotográfica.

  • Outros equipamentos:

Não é obrigatório para quem inicia, mas se puder adquirir um flash externo, terá mais recursos. Canon, modelos 430 Ex II ou 600 EX-RT e Nikon modelos SB700 ou SB900.

Adquira uma bateria extra e cartões de memória. Não compre um cartão de 32GB, prefira dois de 16GB ou quatro de 8GB. Lembre que pode dar defeito. Imagine perder um casamento inteiro, pois estava em um só cartão.

  • Agora o mais importante: O estudo:

Aqui em Porto Alegre, eu recomendo a Escola de Fotografia e Cinema Câmera Viajante.

Por quê?

Fácil: É a mais antiga, a que oferece mais cursos, inclusive o profissionalizante, tem excelentes professores e… eu dou aula lá! hehehehe. Nos cursos mais básicos você pode escolher entre os turnos manhã, tarde ou noite e se durante a semana ou em intensivos que acontecem aos sábados. Ah, e ainda tem a possibilidade de marcar aula particular no dia e horário que lhe convém.

Se você nunca estudou fotografia, pode ser interessante começar com um curso básico. Na Câmera Viajante, este curso é o FD1. Na sequência, o FD2 é o mais importante, pois vai ensinar a operar a câmera no modo manual. Para ir mais adiante, o FD3. Neste link, aparecem todos os cursos que a escola oferece, começando com o Fotografia Digital nos três módulos que mencionei.

Como estamos falando de profissionalização, é necessário cursar o Curso de Fotografia Profissional, com aulas teóricas e práticas para você realmente começar a trabalhar. A duração é de um semestre.

No mesmo link sobre os cursos que citei antes, você encontrará outros, como de Composição Fotográfica, Montagem de Estúdio, Retratos, Fotojornalismo, Sensual, uso do Flash, etc.

Depois de fotografar, precisamos tratar as imagens e dar saída ao material, que pode ser impresso em papel fotográfico, álbum, revista, e outros. Para isto, é necessário aprender a utilizar o Lightroom e o Photoshop, além de saber diagramar um álbum. Estes cursos você também encontra naquele link.

Depois de você terminar o curso profissionalizante e começar a trabalhar, você sentirá a necessidade estudar mais. Indico cursos nos segmentos da fotografia com os quais você mais se identifica. Um curso superior? Sim, é importante também. No caso, recomendo o da Ulbra, pois tem ótimos professores. Não estou dizendo que as outras faculdades também não são boas. É que a Ulbra e seus professores, eu conheço.

Ah, e os cursos online e vídeos no Youtube? Bem, existe uma enorme diferença. Nos cursos online você não tem professor que vai esclarecer as suas dúvidas e nem terá aula prática que é onde o aprendizado realmente ocorre “A experiência é um feito essencial e central na conquista do saber” (SCHNEIDER, 2015, p. 68).

Outra vantagem da aula prática é a criação de portfólio avaliado. Você tem aula teórica e depois a prática, onde aplicará a teoria acompanhado de professor que vai esclarecer as dúvidas e auxiliar a atingir o resultado esperado. Na aula seguinte, ocorre a avaliação das fotos obtidas na prática. As melhores você colocará no portfólio. São estas imagens que vão vender o seu trabalho.

  • Outras dicas:

Tenha equipamentos redundantes. Não dá para fotografar um casamento só com uma câmera e lente.

Jamais se atrase! O fotógrafo deve ser o primeiro a chegar. Se marcar o compromisso para às 18h, chegue às 17:30 ou antes. No caso de casamento, se você não conhece o local, chegar 1h30min antes é o ideal. Comece fotografando o ambiente, tanto externo como interno.

  • Referências

SCHNEIDER, Laino Alberto. Construção da Aprendizagem Reflexiva no Ensino Superior. Canoas: Ulbra. 2015.

  • Como citar

Fique à vontade de usar este artigo em seu trabalho acadêmico. Para facilitar sua vida, aí vai a maneira correta, seguindo as normas da ABNT:

NEUMANN, Edgar. Como se tornar fotógrafo profissional. Disponível em <https://edgarneumann.wordpress.com/2016/03/08/como-se-tornar-fotografo-profissional/&gt; Acesso em xx/xx/xxxx (coloque a data em que você acessou este post).

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2015 in review

The WordPress.com stats helper monkeys prepared a 2015 annual report for this blog.

Here’s an excerpt:

The concert hall at the Sydney Opera House holds 2,700 people. This blog was viewed about 11,000 times in 2015. If it were a concert at Sydney Opera House, it would take about 4 sold-out performances for that many people to see it.

Click here to see the complete report.

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Power Bank – Dicas e Informações

Escrevo para ajudar a quem, como eu, nunca havia adquirido um Power Bank.

Testei quatro modelos sem marca, meramente escrito Power Bank em cima e com os símbolos CE e FCC, que representam a certificação para a Europa e Estados Unidos, respectivamente e ainda o RoHS, que se refere ao uso de metais não pesados em eletrônicos.

Eles são úteis para dar carga em aparelhos como celulares, tablets e até câmeras, como GoPro, que podem ser carregados via porta USB. IMPORTANTE: Verifique sempre com o fabricante do equipamento sobre a compatibilidade e preste atenção quanto a carga e voltagem. Um Power Bank não compatível pode danificar o equipamento.

Os três primeiros:

Com capacidade nominal de 12.000 mAh (12 Ah), custaram R$30,00 e não funcionaram. Eles tinham quatro luzinhas que indicavam a quantidade de carga armazenada. Na primeira carga, três luzinhas estavam ligadas e em uma hora, todas as quatro, indicando carga total.

Assim que conectei o Power Bank ao celular, três luzinhas apagaram e a última ficou ligada cerca de 15min. O celular recebeu somente 10% de carga.

Fiz novos testes deixando o Power Bank carregando com o carregador do celular, por 24 e 48 horas, sempre com o mesmo resultado e comportamento das luzinhas, além do carregador e o Power Bank ficarem frios depois de uma ou duas horas. Se estivesse carregando, ficaria pelo menos morno. Isto aconteceu com todos os três modelos.

Obs: O celular estava ligado, mas com todos os aplicativos e a tela desligados. Isto afeta a capacidade de carga, mas esses carregadores estavam com algum problema no circuito de carga e provavelmente também na bateria interna, além de informar uma capacidade nominal acima da real e ainda, eram muito leves, o que também pode indicar que não tem a capacidade informada.

Desisti deles e troquei por uma lanterna!

Algumas semanas depois, encontrei um com capacidade nominal de 10.800 mAh. Apesar da capacidade ser menor daqueles que testei antes, o tamanho físico é quatro vezes maior e portanto as baterias tem mais capacidade.

O modelo que uso atualmente (testes e gráficos mais abaixo):

Este modelo tem painel digital, indicando a carga em porcentagem, o que facilita bastante o controle, indicando de um em um, enquanto o sistema de quatro luzinhas, indica de 25 em 25%.

– A carga do Power Bank: Quando descarregado, a carga é inicialmente rápida, quando vai chegando próximo aos 100%, o tempo se prolonga. O ideal é deixar chegar aos 100%.
– Marca: O ideal é escolher uma marca reconhecida no mercado, como Samsung, por exemplo, mas normalmente o preço é alto.
– Indicador de carga: Prefira o painel digital, pelo que expliquei acima.
– Capacidade de carga: Quanto maior, melhor, mas também mais caro.
– Saídas: O Power Bank pode ter uma ou mais saídas. Especificamente este que comprei, tem duas, uma de 1 Ah e outra de 2,1 Ah.
– Peso: Esse modelo tem 215 g. Como mencionei, os modelos que não funcionaram eram bem mais leves.
– Onde comprar: Prefira lojas confiáveis que realmente vão dar garantia. Evite comprar pela Internet. Se não funcionar, a troca vai ser uma dor de cabeça.
– Onde eu comprei: Esse modelo que está funcionando corretamente, eu encontrei em Porto Alegre na loja My Mobile, que fica na parte de baixo do Carrefour Passo d’Areia, onde tem diversas lojas. A loja trabalha também com outros acessórios para celular, como capas e cabos. Este modelo com painel digital custou R$85,00, mas tem outros modelos.

Explicando a capacidade de carga: Se o carregador tem a capacidade de carga de 10.800 mAh e a bateria do seu celular é de 2.600 mAh, o aparelho carregaria o celular, 4,15 vezes (10800 / 2600), porém todo equipamento elétrico/eletrônico gera calor e consequente perda de energia. Não fiz testes neste sentido ainda, mas estimo que até três cargas sejam possíveis.

Fotos de celular mostrando a frente, atrás (com os detalhes técnicos) e os cabos. Coloquei um adesivo indicando a carga de saída das portas USB, pois a indicação no carregador é minúscula.

PB500pxVolt+Carga400pxCabos400px

Testes:

Os gráficos mostram os diversos testes, tanto da carga do próprio Power Bank utilizando o carregador do celular como do Power Bank carregando o celular, com a carga em porcentagem e o tempo em minutos.

Notem que quanto mais próximo dos 100% de carga no Power Bank, mais demora.

Com o celular ligado, obviamente a carga demora mais.

Carga do Power Bank – Testes 1 e 2:

Carga-do-Power-Bank---Teste-1

Carga-do-Power-Bank---Teste-2

Carregando o celular com o Power Bank:

  • Teste 1: Celular ligado, mas sem aplicativos em uso.

PB-Cel-Teste1

  • Teste 2: Celular desligado.

PB-Cel-Teste2

  • Teste 3: Celular ligado, mas sem aplicativos em uso.

PB-Cel-Teste3

  • Teste 4: Celular ligado usando o Whatsapp.

PB-Cel-Teste4

Atualização em 13/08/2016:

Infelizmente, depois de uns três meses sem usar, o Power bank não está mais aceitando carga, ficando em zero, mesmo depois de horas na tomada.

As baterias de NiCd ou NiMH, perdem a carga com o tempo, podendo, depois de alguns meses, ficar sem carga, mas não sem vida útil.

Como exemplo, tenho duas câmeras antigas. Coloco elas em carga uma vez por ano e funcionam. Claro que a carga não dura como antes.

Outro exemplo: Utilizo raramente um flash externo. Para este, tenho três jogos de baterias NiCD Sony, com cerca de 7 anos de idade. Apesar de usá-las duas a três vezes por ano, continuam aceitando carga. A duração da carga, depois destes anos todos, eu estimo em 50%.

Sugestâo: Adquirir um Power Bank de marca reconhecida com garantia mais longa.

 

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